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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia executados nas folhas Cascalheira (MIR-342), código SD.22-V-B e Araguaçu (MIR-343), código SD.22-X-A. (Mapa 001). A área pertencente ao Estado de Mato Grosso inserida dentro destes mapas está localizada na porção leste do Estado, abrangendo uma área localizada entre os meridianos de 50°41' e 52°30' de longitude oeste de Gr. e paralelos 12°00' e 13°00' de latitude sul. Esta folha conta com os seguintes acessos principais: a BR-158, que corta a folha de sul a norte, ligando a sede do município de Ribeirão Cascalheira ao posto Alô Brasil. Outros acessos são possíveis através de estradas vicinais que fazem ligação com as sedes de fazendas ou com as vilas de Bom Jesus e Serra Nova e com a sede do município de Querência. A rede de drenagem faz parte de duas bacias hidrográficas: os rios Darro, Suiá-Miçu, Suiazinho e seus afluentes, pertencentes à bacia do Rio Xingu e os rios Mururé, São João Grande e das Mortes e seus contribuintes que pertencem à bacia do Rio Araguaia. O principal acidente geográfico a se destacar nesta folha é a Serra do Roncador, que corta toda a folha no sentido norte-sul, apresentando diversos morros testemunhos em frente às escarpas erosivas. Na porção oriental limita-se com os estados de Tocantins e Goias, cuja confluência do Rio Araguaia com o Braço Menor do Javaes serve de ponto limite para os três estados.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Aptidão Agrícola das Terras da Folha Aeroporto de Cachimbo, MIR-275, situada na porção norte do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 9°00’ e 10°00’ de latitude sul e os meridianos 54°00’ e 55°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Apenas a porção sul da folha está contida nos limites do Estado de Mato Grosso e portanto objeto do presente trabalho. O restante da folha é pertencente ao Estado do Pará. O principal centro urbano corresponde à localidade de Guarantã do Norte. O principal acesso rodoviário corresponde à BR-167. O Rio Teles Pires é o principal curso d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. Grande parte da área estudada é constituída por litologias cristalinas do Complexo Xingu onde se originaram Podzólicos Vermelho-Amarelos e Vermelho-Escuros, distróficos em sua maioria. Uma pequena faixa ao norte (limite com o Estado do Pará) é constituída por litologias sedimentares do grupo Beneficente e nela originaram-se solos diferenciados, principalmente Areias Quartzosas e Solos Litólicos.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de mapeamento das Formações Vegetais/ Uso e Ocupação do Solo executados na Folha Boca da Mata - MIR-357 (SD.21-X-D) compreendida no Estado de Mato Grosso. A Folha MIR-357 mapeada situa-se na porção centro oriental do Estado, entre os paralelos 13°00’ e 14°00’ de latitude sul, 54°00’ e 55°30’ de longitude oeste de Greenwich (Figura 001). A Folha MIR-357 compreende parte do território dos municípios de Nova Ubiratã, Santa Rita do Trivelato, Paranatinga, Sorriso, Rosário Oeste, Gaúcha do Norte e Nova Mutum; as sedes municipais de Nova Ubiratã e Santa Rita do Trivelato são compreendidas neste território. Parte da Terra Indígena Marechal Rondon situa-se na porção sudeste da Folha MIR-357, no município de Paranatinga; a Estação Ecológica do Rio Ronuro é delimitada na margem esquerda deste rio, na extremidade centro-norte da Folha MIR-357. A porção oeste do território é acessada por rodovias que se conectam à BR-163 (Sorriso, Lucas do Rio Verde); a sul, a região relaciona-se com Planalto da Serra e Paranatinga; de modo geral, as condições de acessibilidade à região são precárias, com uma infra-estrutura viária deficitária. O território está inserido na Bacia Amazônica, drenado pelos Rios Teles Pires e Xingu. Está, em sua maior parte, assentado no Planalto dos Parecis, com relevo predominantemente plano, onde desenvolvem-se principalmente solos do tipo latossolos; também ocorre substrato arenítico, relacionado à Formação Utiariti. A extremidade sudeste do território é abarcada na Depressão de Paranatinga. No território mapeado, predominam formações savânicas a sul; a norte, prevalecem formações florestais de savanas (Savana Florestada) e formações de contato com ambientes florestais. Quanto ao uso, o território insere-se em região de fronteira agrícola, sendo presentes culturas tecnificadas de grãos na porção oeste, expansão da mancha agrícola que se estende no entorno da BR-163 (região de Sinop e Lucas do Rio Verde), predominando entretanto, as atividades de pecuária e de extrativismo madeireiro nos ambientes florestais.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Aptidão Agrícola das Terras da Folha Rio Claro, MIR-356, situada na porção central do Estado de Mato Grosso, entre os paralelos 13°00’ e 14°00’ de latitude sul e os meridianos 55°30’ e 57°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Os principais centros urbanos correspondem às cidades de São José do Rio Claro, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. O principal acesso rodoviário corresponde à BR-163. O Rio Teles Pires é o principal curso d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. Grande parte desta folha encontra-se situada sobre a Superfície Peneplanizada Terciária, que tem como característica primordial o desenvolvimento de solos com alto grau de intemperização. A classe dos Latossolos apresenta-se como a de maior ocorrência. Areias Quartzosas ocorrem nas regiões mais dissecadas e estão ligadas aos arenitos da Formação Utiariti, assim como os Latossolos de textura média. Solos plínticos foram também detectados. O relevo apresenta-se com pouca variação, resumindo-se basicamente em plano e suave ondulado. A vegetação dominante é a Floresta Tropical Subcaducifólia, seguida do Cerradão (Carrasco) e em menor proporção os Cerrados. Nas áreas de baixada ocorre a vegetação do tipo hidrófila de várzea. Quanto ao uso agrícola, a folha caracteriza-se por grande atividade, principalmente no que se refere a produção de grãos. A pecuária também se destaca, e cada vez mais as atividades ligadas a exploração madeireira dão espaço a agricultura.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Aptidão Agrícola das Terras das folhas Vilhena e Aldeia do Espirro, MIR-336 e 337, situadas na porção oeste do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 12°00’ e 13°00’ de latitude sul e os meridianos 58°30’ e 61°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Trata-se de uma área fronteiriça, e portanto apenas pequenas porções da Folha Vilhena (SD.20-X-B) se encontram nos limites territoriais do Estado de Mato Grosso, o restante pertence ao Estado de Rondônia. O principal centro urbano corresponde à localidade de Vilhena, posicionada no limite com o Estado de Rondônia, dentro daquele Estado. O principal acesso rodoviário corresponde à MT-319. O Rio Juruena é o principal curso d’água da área, drenando-a no sentido SW-NE. O relevo predominante da folha são os tipos plano e suave ondulado, a vegetação é dominantemente constituída pelo Cerrado, com exceção das várzeas com Floresta Hidrófila e pequenas áreas à oeste e norte com Floresta . Com relação aos solos, pode-se destacar a ocorrência dominante de Areias Quartzosas, e em proporção bem inferior Latossolos Vermelho-Escuros com textura média e em seguida textura argilosa. A baixa potencialidade dos solos (maioria) é ao lado de imensas quantidades de terras pertencentes à Reservas Indígenas, responsável pela pequena expressão da área no tocante a produção agropastoril. A principal atividade agrícola verificada é a pecuária extensiva. O extrativismo madeireiro e lavouras de subsistência são verificadas localizadamente.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Aptidão Agrícoladas Terras da Folha São José do Xingu, MIR-301, situada na porção nordeste do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 10°00’ e 11°00’ de latitude sul e os meridianos 52°30’ e 54°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). O principal centro urbano corresponde à localidade de São José do Xingu. O principal acesso rodoviário corresponde à BR-080. O Rio Xingu é o principal curso d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. A área possui grande extensão de terras na bacia do Rio Xingu, sobre arenitos da Formação Utiariti, onde o relevo é plano e suave ondulado e a cobertura vegetal é de Floresta. Neste domínio predominam Latossolos Vermelho-Escuros distróficos e álicos de textura média,dominantemente. À norte da folha estão presentes solos podzolizados originados da decomposição de rochas das Formações Cubencranquen e Iriri (riolitos, dacitos, etc), em relevo que varia de plano a ondulado e cobertura vegetal de Floresta Equatorial Subcaducifólia, contato Cerrado/Floresta Equatorial Subcaducifólia. A área possui como principais atividades, a pecuária e a exploração madeireira, enquanto a agricultura se limita a lavouras de subsistência.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de mapeamento das Formações Vegetais/ Uso e Ocupação do Solo executados na Folha Rio Batelão – MIR-319 (SC.21-Z-C) compreendida no Estado de Mato Grosso. A Folha mapeada situa-se na porção centro-norte do Estado, entre os paralelos 11°00’ e 12°00’ de latitude sul e os meridianos 55°30’ e 57°00’ de longitude oeste de Greenwich (Figura 001). A Folha MIR-319 compreende parte do território dos municípios de Tabaporã, Porto dos Gaúchos, Tapurah, Itaúba, Sinop, Sorriso e Nova Canaã do Norte, sendo presentes as sedes municipais de Tabaporã e Sinop. O território é drenado pelo Rio Teles Pires e seu afluente Rio Verde na porção leste, pelos Rios dos Peixes e Batelão, na Bacia do Arinos, em sua porção oeste. Está em sua maior parte compreendido no Planalto dos Parecis, delimitado a nordeste pela extremidade meridional da Serra dos Caiabis, no interflúvio das bacias do Arinos e Teles Pires. A cobertura vegetal é diversificada, ocorrendo a oeste e nordeste ambientes florestais (Floresta associada ao Planalto dos Parecis); na porção centro-norte predominam formações savânicas (Serra dos Caiabis) e, na maior parte do território, ocorrem diferentes formas de contato entre sistemas florestais e savânicos. É significativa a presença de matas muito alteradas nas proximidades das áreas de uso. Nestas, predominam as atividades de pecuária em médias e grandes propriedades; são presentes bolsões de pequenas propriedades, concentrados no entorno de Tabaporã e de Sinop. Zonas com predomínio de culturas anuais ocorrem na porção sudeste da Folha MIR-319, nas proximidades de Sinop.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de mapeamento das Formações Vegetais/ Uso e Ocupação do Solo, executados na Folha Garapu – MIR-358 (SD.22.VC) compreendida no Estado de Mato Grosso. A Folha mapeada situa-se na porção centro-leste do Estado, entre os paralelos 13°00’ e 14°00’ de latitude sul e os meridianos 52°30' e 54°00' de longitude oeste de Greenwich (Figura 001). A Folha MIR-358 compreende território dos municípios de Gaúcha do Norte, Canarana, Paranatinga, Campinápolis e Água Boa; Gaúcha do Norte é a única sede municipal presente na Folha MIR-358. A infra-estrutura rodoviária é constituída pelas rodovias MT-020 que percorre a região sudeste, ligando Canarana a Paranatinga; e MT-129, que liga Gaúcha do Norte a Paranatinga. São presentes no território parte da Terra Indígena Marechal Rondon, na extremidade sudoeste da Folha MIR-358, e a Reserva Ecológica Estadual Culuene. O Parque Nacional do Xingu tem seu limite meridional correspondente ao paralelo 13°00’, na extremidade setentrional da Folha MIR-358. O território é inserido na Bacia do Rio Xingu, sendo as principais drenagens constituídas pelos Rios Culuene e Sete de Setembro, formadores do Rio Xingu; pelos Rios Curisevo, Pacunieiro e Couto de Magalhães. A porção sul do território é compreendida na Depressão de Paranatinga, com relevos médio a fortemente dissecados; a norte, a região é abarcada no Planalto dos Parecis, caracterizada pelos interflúvios amplos e aplanados, e pela presença de extensas formações aluviais. Na porção centro-sul do território predominam as formações savânicas, ocorrendo a norte ambientes transicionais entre a Savana e formações florestais. É nestas regiões a sul e leste, em ambientes savânicos, que a ocupação é mais adensada, predominando as atividades de pecuária. Na porção centro-norte (Gaúcha do Norte, São José do Couto), projetos de reassentamento, implantados nas décadas de 70 e 80, promoveram uma tipologia de ocupação associada às pequenas propriedades, com atividades de pecuária e agricultura.

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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados na Folha Cáceres - MIR 403 (SE.21-V-B), localizada na região sul do Estado, entre os paralelos 16°00’ e 17°00’ de latitude sul os meridianos 57°00’ e 58°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). A folha abriga em sua porção oeste a divisa internacional entre Brasil e Bolívia, sendo o marco divisório representado pelo Rio Corixo Grande, juntamente com as inúmeras lagoas que este interliga, exceto na porção NW, onde se concretiza na forma de “linha seca”. Apesar de ser o único centro urbano inserido nos limites da folha, a cidade de Cáceres mostra ser importante núcleo sócio-econômico, situado ao norte da folha. O acesso se faz pela BR-070 a partir de Cuiabá e MT-343 a partir de Barra do Bugres. O setor meridional da folha insere-se no contexto do pantanal do Rio Paraguai, onde os acessos por via terrestre inexistem, sendo que o principal meio de locomoção se faz por embarcações através do Rio Paraguai, tendo com base de apoio a Reserva Ecológica do Taiamã, na ilha fluvial homônima, onde se tem instalado centro de controle do IBAMA. Esta região é amplamente drenada pela bacia do Rio Paraguai, sendo que seus diversos elementos, representados pelos canais de drenagens, corixos, vazantes e baías, formam o importante ambiente pantaneiro do Rio Paraguai, expresso de forma significativa no setor meridional da folha.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de mapeamento das Formações Vegetais/Uso e Ocupação do Solo, executados na porção da Folha Itiquira – MIR-419 (SE.21-X-D) compreendida no Estado de Mato Grosso. A Folha mapeada situa-se na extremidade sul do Estado, entre os paralelos 17°00’ e 18°00’ de latitude sul e os meridianos 54°00’ e 55°30’ de longitude oeste de Greenwich (Figura 001). A Folha MIR-419 compreende parte dos municípios de Itiquira, Santo Antonio de Leverger e a extremidade meridional de Rondonópolis e Pedra Preta. A infra-estrutura rodoviária é constituída pela rodovia BR-163, orientada norte-sul, eixo viário que interliga a região a Rondonópolis a norte e ao Estado de Mato Grosso do Sul. As rodovias MT-370 e MT-299, orientadas aproximadamente leste-oeste, promovem a ligação de Itiquira à BR-163. A Folha MIR-419 é compreendida na Bacia do Rio Paraguai, em região drenada pelos Rios Itiquira, a norte, e pelo Rio Correntes (ou Piquiri) a sul, na divisa com o Estado de Mato Grosso do Sul. Toda a porção centro-leste do território corresponde a uma extensa chapada (Planalto Taquari-Alto Araguaia), delimitada pela Serra São Jerônimo, que a separa de áreas pantaneiras, a oeste. As áreas de chapada são ocupadas por usos agropecuários, caracterizados por culturas anuais e pastagens plantadas, enquanto nas áreas pantaneiras predominam ambientes naturais e atividades de pecuária nas pastagens nativas. A vegetação predominante compreende várias fisionomias de Savana, tanto nas áreas altas de chapada como nas áreas de influência pantaneira. São presentes Formações Justafluviais, Florestas Aluviais e contatos da Floresta Estacional e Savanas, em áreas restritas